Wake Up, de António Afonso Parra e Luís Araújo

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  • Data
    5 de dezembro . sábado . 21h30
  • Duração
    70min
  • Público alvo
    M/6 anos
  • Preço
    7,5€
  • Observações
    (descontos aplicáveis)

«WAKE UP» é um trabalho de reescrita e adaptação do texto “Wake Up And Smell The Coffee” do premiado ator e autor norte-americano Eric Bogosian. Este monólogo, primeira criação assinada por António Parra na companhia A Turma, em colaboração com Luís Araújo, cruza a linguagem dos dois criadores com a escrita cáustica e lancinante de Bogosian diluindo a fronteira entre teatro e stand-up, entre intérprete e público e ator e personagem. Nesta reescrita, apesar do alvo ser o ator, aponta-se o foco ao público: a sede de sucesso, a ansiedade que isso provoca, a espiritualidade pop, o caos e a alienação da vida pós-moderna. Uma sucessão vertiginosa de personagens moralmente questionáveis e à deriva entre a conformidade e a hipocrisia procuram desesperadamente capitalizar a dor, a miséria e o desastre. O universo não perdoa ninguém e nós não perdoamos ninguém. Nem nós próprios. No fundo no fundo para podermos seguir em frente vamos rodeando-nos de paliativos inócuos. Este espetáculo é um deles.

António Afonso Parra
Vila Nova de Famalicão, 1987. Concluiu o curso de Teatro – Interpretação na ESMAE. É membro fundador e da direção das Companhias A TURMA e AMANDA. Fundou com Tiago Correia o seu projeto musical “Les Saint Armand” tendo já composto bandas sonoras para alguns espectáculos teatrais. Escreveu e coproduziu a web-série “A Velhinha que Fuma”. Em televisão fez algumas pequenas participações em programas/novelas da SIC, SIC RADICAL, RTP E RTP2. Em cinema fez curtas-metragens com Francisco Lobo, Hernâni Gonçalves, Pedro Augusto Almeida entre muitos outros. É desde 2016 professor de interpretação na ACE – Famalicão.

Luís Araújo
Formou-se em Interpretação pela Academia Contemporânea do Espetáculo (ACE). Em 2003 iniciou o seu percurso profissional trabalhando com o dramaturgo australiano Raimondo Cortese (Ranters Theatre) e com a companhia italiana Teatrino Clandestino. Em 2018 foi homenageado pela Casa do Artista com o prémio Canto e Castro por serviços de exceção prestados ao teatro português e em 2019 foi o vencedor do campeonato de sueca da associação recreativa ao lado da casa dos pais. Acredita que as pirâmides foram construídas por extraterrestres e que o 11 de Setembro foi um inside job.


Texto Eric Bogosian
Tradução Luís Mestre
Interpretação António Afonso Parra
Encenação António Afonso Parra, Luís Araújo
Cenografia Ana Gormicho
Desenho de luz Rui Monteiro
Sonoplastia João Oliveira
Desenho de som Joel Azevedo
Vídeo e fotografia Francisco Lobo
Fotografia Sara Pazos
Design Francisco Ribeiro
Direção técnica Zé Diogo Cunha
Produção administrativa e executiva Ludovica Daddi
Produção A Turma (estrutura financiada pela República Portuguesa - Ministério da Cultura / DGArtes)
Coprodução Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Nacional São João, Teatro Virgínia
Apoios A Turma A Liga, Fundação Escultor José Rodrigues, Antena 2, Fnac Santa Catarina, Rádio Nova, Revista Intro, Revista gerador
Mecenas A Turma Brochado Coelho e Associados, Central de Informação
Agradecimentos Agente a Norte, Albertina Parra, Alessandra Mencancini, APPC, Artur Parra, ASSéDIO Teatro, Bernardo Daddi, Celso Miguel, Chiara Gazzarrini, Filipa Telo Alves, Helder Alves, Isabel Varela, Luísa Quintela, Marcelino Teixeira, Maria João Maia Rosa, Marília Júlio Teixeira, Paulo Cunha Martins, Tom Cruise e a Igreja da Cientologia

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