Sonho que não se pode quebrar e não se pode quebrar e não se pode… // A.ves

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  • Data
    30 de abril . sexta . 19h00
  • Duração
    110 min
  • Público alvo
    M/18 anos
  • Preço
    7,5 € (descontos aplicáveis)
  • Observações
    Lotação limitada a 40 lugares

A partir da obra ‘The Dream’ de Henri Rousseau, ‘Sestina for the Douanier’ de Sylvia Plath e Salvia officinallis obramos vagarosamente lugares [como potências oníricas].

Levemente trago palavras para suportar este ambiente visceral e quiçá libertá-lo nesse universo onírico, desconhecido, estrangeiro. Da “imparcialidade” construída continuamente no subconsciente e no corpo- florescem as flores de lótus, mas não cheira a pântano, a lodo, a putrefação. _algo está errado, belisco-me_; hipnotizam-se tigrezas e leões, os pisam. _algo está errado, belisco-me_: chamam-se as cobras no deserto, vibrações inimigas arrancam-lhes o maxilar. _algo está errado, belisco-me_ “Imparcialmente” assistimos ao sonho de Yadwiga.

Yadwiga é, e sonha,

vive, no subconsciente,

A cobra é, fundadora e intemporal,

tem cores vibrantes,

Pigmentos

Sonha, a preto, a branco

Onde, é, que, está, o, teu?

Bio // a.Ves cresceu pelo sopé da Serra d´Aire. Aos 14 anos começou a estudar dança na Escola O Corpo Da Dança - Torres Novas. Participou em 2 escolas de Verão no Festival Materiais Diversos, com Miguel Pereira e Teresa Silva (2015) e com o Marcelo Evelin (2016). Participou como performer na peça de Ana Borralho e João Galante "Gatilho da Felicidade" (2017), no projeto "P.E.D.R.A. - Clara Andermatt" (2018), na peça de Raimund Hoghe "Momentos of Young People" (2018), na peça de Pedro Barreiro "O Mandarim" (2018) e na peça "Velã" de Leonor Lopes (2020). Estudou na ESD em Lisboa (2017-2019) e na AHK em Amesterdão (2019-2020). O seu trabalho como criadora propõe refletir e abrir temas como empatia, queerness, herança e contaminação

Criação, texto e dramaturgia a.Ves
Cocriação e performance
a.Ves, Leonor Lopes e Patrícia Alves
Assistente performer
Leonor Mendes e Alice Antunes
Maquilhagem
Alice Antunes
Assistência
Josefa Pereira e Francisco Arez
Residências
O Corpo da dança – Torres Novas, Pólo Cultural das gaivotas Boavista – Lisboa, PENHA SCO Arte Cooperativa– Lisboa

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