Dog’s Bollocks + Sam Alone

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  • Data
    11 de outubro . sexta . 21h30
  • Duração
    150min
  • Público alvo
    m/6 anos
  • Preço
    Entrada livre
  • Observações
    convites na bilheteira do Teatro Virgínia max 4/pax

Concerto 14.º aniversário da remodelação do edifício do Teatro Virgínia

 

Os Dog's Bollocks são uma banda composta por dois elementos (duas guitarras, voz e meia bateria) e movem-se livremente entre os Blues e o Rock n Roll, destilando influências que vão de Jack White a Legendary Tigerman e tudo o que há no meio. Single Malt Blues é o álbum que dá o mote para uma viagem por sonoridades com raízes no blues mas que se estendem para outras paragens, contando histórias, criando personagens e dando uma abordagem moderna aos sons de antigamente.

Ficha artística:

 

  • Voz, guitarra , bateria Luís Leitão
  • Voz, guitarra Daniel Martins

 

Bio

Formados em Torres Novas, em 2014 por Luís Leitão e Daniel Martins, lançaram em 2015 o primeiro trabalho de originais que têm vindo a promover em inúmeros espetáculos por auditórios, bares e festivais. Em 2018 iniciaram as gravações do sucessor de Single Malt Blues, tendo continuado a apresentar as suas canções ao vivo, em concertos de norte a sul do país.

 

Após três discos editados em Portugal e internacionalmente, Sam Alone já espalhou a sua música pelos quatro cantos do mundo. Os seus hinos rapidamente se tornaram nos hinos de todos aqueles que querem ver uma mudança de mentalidades e igualdade perante o próximo. Seja num grande palco ou até mesmo em um ambiente mais intimo, a energia é contagiante, não havendo barreiras entre nada nem ninguém.

 

Ficha artística:

 

  • Voz, guitarra Sam Alone
  • Voz, teclas Sara Badalo
  • Voz, guitarra João Brito

 

Bio:

Sam Alone (Poli Correia) desde de muito cedo que viu na música uma forma de comunicação, fosse esta social ou cultural, crescendo com uma cultura de rua muito rica na sua terra natal, onde ainda hoje reside, vividamente se recorda dos discos que tocavam em casa durante a sua juventude, desde Blues ao Folk, passando pelo Rock mais clássico ou até mesmo ritmos Africanos. Pegar numa guitarra pareceu a forma mais simples de exprimir tudo aquilo que bebia sonicamente, começando a sua carreira ainda numa idade muito tenra.

 


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